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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

A fala dos generais (por Luiz Holanda)


Praticamente começou com o general Hamilton Mourão, quando, em palestra na maçonaria, em Brasília, disse que uma “intervenção militar” poderia ser adotada se o Judiciário não solucionasse o problema político. Na época Mourão era secretário de Economia e Finanças do Exército, e respondia a uma pergunta dos organizadores do evento sobre a possibilidade de intervenção com base constitucional.
Segundo Mourão, o Alto Comando do Exército, naquela época, entendia que não era hora de agir:
“Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso.”
Em resposta, o Centro de Comunicação Social do Exército afirmou que a força “tem constantemente reafirmado seu compromisso de pautar suas ações com base na legalidade, estabilidade e legitimidade”.
Agora foi a vez do general Heleno. Expondo sua insatisfação com os parlamentares que desejam controlar o orçamento da União, o general falou em “chantagem” do Legislativo para aumentar o controle sobre o dinheiro, dizendo o seguinte:
“Não podemos aceitar esses caras chantageando a gente o tempo todo. Foda-se”.
Como não poderia deixar de ser, a fala do general caiu como uma bomba no meio político. Os presidentes da Câmara e do Senado tentaram reagir, esquecendo que o general pode não estar sozinho.
Antes, Heleno, em resposta a uma pergunta de um jornalista, disse que para anunciar um “novo AI-5” era preciso “estudar como vai fazer”. Tudo indica que esse estudo está sendo feito. Do jeito que as coisas vão, tudo pode acontecer, inclusive um novo AI-5.
A corrupção institucionalizada, a impunidade generalizada e a descrença na classe política estão forçando o povo a ir às ruas pedir a intervenção militar no país. Até agora é só um pedido; o problema será se os generais resolverem atender ao apelo.

Texto de Luiz Holanda

Fonte:  Portal MW


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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

O palhaço e o diabo (por Gustavo Tiné)


O palhaço queria fornecer carteiras estudantis de graça...
O diabo não gostou...
O palhaço diminuiu o valor do DPVAT....
O diabo não tolerou....
O palhaço indicou ministros por critérios técnicos...
O diabo esperneou....
O palhaço tirou impostos de medicamentos contra câncer, HIV....
O diabo detestou....
O palhaço autorizou 13° para carentes do bolsa família....
O diabo quase endoidou....
O palhaço descobriu defuntos e ricos recebendo bolsa família.....
O diabo protestou...
O palhaço diminuiu taxa de juros SELIC...
O diabo colerizou....
O palhaço polemiza nas palavras....
O diabo metia as patas nos cofres....
O palhaço disse "FURO"....
O diabo esbravejou "GRELO DURO"....
O palhaço deu nova vida a PETROBRAS...
O diabo quase a leva a falência....
O palhaço inaugurou a BR 163 depois de 40 anos parada....
O diabo se enfezou.....
O palhaço vai concretizar a transposição do Rio São Francisco.…
O diabo tá puto da vida....
O palhaço tem base, quartel, esquadra de apoio...
O diabo só militância....
O palhaço crítico e é contra o FUNDÃO....
O diabo não vive sem ele....
O palhaço vive FELIZ, DIZ BESTEIRAS, TÁ NA LUTA, TENTA FAZER O MELHOR, PULA, SORRI, TIRA 1.000 SELFIES POR DIA, CHAMA O AMIGO DE NEGÃO, É TURRÃO, DESTRAMBELHADO, IMPACIENTE, É SOLDADO, CAPITÃO, RELIGIOSO, DANADO, tá na avenida LIVRE, LEVE E SOLTO....
O diabo.......bem o DIABO É O DIABO, é VERMELHO, EXALA ENXOFRE, BEBE QUE NEM UM GAMBÁ, PENSA QUE É DEUS, TEM SEGUIDORES, ÓDIOS ENTALADOS E AGUARDA CONDENAÇÃO....

(Texto de Gustavo Tiné)


Fonte: Jornal da Cidade online


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A mentira do assédio contra mulheres no Carnaval (por Milton Pires)


Por definição, só pode existir assédio sexual contra uma mulher quando existe uma relação de PODER entre ela e o homem que a assedia.
Se não existe relação de poder, se a mulher não é empregada do homem e se ele não é seu patrão, pode haver atentado violento ao pudor, pode haver agressão e até tentativa de estupro; mas não assédio sexual.
O desespero da imprensa, desta imprensa vagabunda petista e corrupta que continua sendo o parâmetro para definir tudo que é verdade ou fake news no país, é a necessidade de criar um ambiente de histeria coletiva, um cenário psicológico pronto para ser o palco de mais uma denúncia contra Jair Bolsonaro.
A história do “furo” da jornalista da Folha de S.Paulo não deu certo. É preciso inventar outra coisa, mas a coisa tem que envolver mulher, sim.
Este não é, em hipótese alguma, um texto de defesa do Presidente. Quero mostrar aqui que, no Brasil, nada se faz por acaso em termos de mídia.
Além de gerar o clima para uma nova denúncia contra Bolsonaro, a campanha histérica contra o assédio sexual no Carnaval Brasileiro é mais um atentado contra qualquer tipo de relação conservadora, relação “tradicional” de “gênero” como dizem os esquizoides da esquerda brasileira.
Só existe assédio de homem hétero contra mulher hétero. Ninguém vê “assédio” de bicha contra homem nem de sapata contra mulher – não! Isso não existe, não...
Ontem, assistindo um telejornal de rede nacional, eu vi uma menina de Belo Horizonte, de não mais vinte e cinco anos e idade, dizer que “no carnaval mulher vai de roupa curta e cabe ao homem usar o bom senso”
Frase fantástica essa que a menina proferiu. Isso me lembra René Descartes dizendo que o “bom senso parece ser a coisa mais distribuída que Deus já fez, visto que todo mundo pensa já possuir mais do que o suficiente”.
A frase da menina é também a ignorância, o desprezo completo pela psicologia humana e por aquilo que Freud definiu como uma das energias, das pulsões básicas que determinam nossa vida – a sexualidade. Sexualidade esta que só foi dominada e sublimada, depois de muita guerra e muita matança, através da pintura, da música, da dança, da literatura e da escultura...enfim: depois da CULTURA que, no Brasil, só pode ser “cultura” se o Ministério da Cultura der dinheiro e disser que é.
Vejam que só falta bom senso para o homem que incomoda a mulher no Carnaval, jamais para mulher que vai quase nua e “não quer ser incomodada” - é um “direito adquirido”, é uma conquista democrática dela essa atitude de andar praticamente nua numa festa que recebe turistas do mundo inteiro interessados em sexo fácil com brasileiras! Aí não é assédio; aí é fonte de “divisas” e “geração de empregos” para nação!
A campanha contra o assédio sexual é, portanto, claro exemplo daquilo que Olavo de Carvalho e Heitor de Paola chamavam de “dissonância cognitiva”, ou seja: você coloca mulheres praticamente nuas na avenida cantando músicas do tipo “hoje eu sou cadela e vou dar pra todo mundo”, mas acusa furiosamente os homens de “assédio sexual”, caso insistam em agarrá-las e beijá-las.
Em estado de confusão, de perplexidade absoluta, confusos porque não sabem o que “podem e o que não podem fazer”, o que é não ou não é liberado pela imprensa vagabunda petista e a pelas lésbicas da UFRGS e da USP que fizeram PhD na New York Univesity, brasileiros e brasileiros assistem um senador do Ceará tentar matar policiais em greve usando uma escavadeira e a Organização Criminosa que controla o Congresso se preparando para derrubar o Presidente da República para colocar as patas nos bilhões do orçamento.


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O “furo” que ninguém quer dar (por Herbert Passos Neto)


Bolsonaro fez uma piada com a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo e isso vem sendo tratado como um absurdo, como se fosse algo inaceitável. Ele disse que ela quis dar “um furo”, fazendo uma ironia em alusão ao depoimento de Hans River, que acusou a jornalista de ter se insinuado sexualmente para obter informações.
Para o jurista Miguel Reale Junior, Bolsonaro vive “alucinado nas trevas” e que pode sofrer impeachment por “xingar a repórter”.
Leonardo Sakamoto, no UOL, acusou Bolsonaro de ter cometido “violência sexual contra a jornalista”. Sim, foram essas as palavras que ele usou no título da coluna.
Diogo Mainardi, do Antagonista, disse no twitter que Bolsonaro “renovou a ofensa de cunho sexual” e que isso “é pior do que Golden Shower. Ou seja, para ele, xixi no rosto é melhor do que uma suposta ofensa. Muitos liberais curtiram a postagem.
Já João Amoedo e Rodrigo Constantino cobraram “liturgia do cargo”.
Luciano Huck também se manifestou. Disse que “Atiçar a violência contra a mulher e atacar o jornalismo independente são desserviços monstruosos”, como se Bolsonaro fosse um monstro e tivesse atiçado violência contra alguém. É muita cara de pau!
O sindicato dos jornalistas do Estado de São Paulo fez nota de repúdio contra o que classificou como “ataque misógino”.
Ora, onde estavam todas essas personalidades e entidades quando políticos e jornalistas fizeram chacota com os estupros sofridos pela ministra Damares? Ou seja, fazer chacota com estupros sofridos por uma criança, tá liberado. Mas fazer uma ironia besta com uma jornalista da Folha, aí não pode né?
Ainda que a postura de Bolsonaro não agrade a todos, a forma como isso é tratado demonstra que o senso de proporções – assim como o senso de ridículo – foi completamente perdido. Isso sim pode ser classificado como uma agressão sexual contra a inteligência dos leitores.
E para não esquecer do furo alheio, o verdadeiro furo que ninguém quer dar é que as mensagens em massa pelo Whatsapp, segundo testemunha, foram enviadas pelo PT, não por Bolsonaro.

Confira:





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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Escolas de samba do Rio atacam Bolsonaro. Quem financia?


Escolas de samba do Rio de Janeiro irão fazer desfiles atacando o presidente Jair Bolsonaro.
Escolas de samba do Rio de Janeiro, financiadas pelo crime organizado.
Onde seus patronos ganham dinheiro explorando os mais pobres, deixando-os mais pobres e eles mais ricos...
Crime organizado que faz a política do pão e circo nas suas comunidades para poderem enriquecer ainda mais...
É a personificação do espírito socialista.
Criticar o Bolsonaro é o mínimo que eles iriam fazer...
Porque pra eles Lula é Deus e Bolsonaro o diabo.
Diabo que fará de tudo para acabar com esses criminosos!

(Texto de Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora Nacional do Movimento Advogados do Brasi)


Fonte: Jornal da cidade online

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